Para adentrar…
… Nas nuances das cores, dos sons, dos cheiros, dos gostos, as nuances palpáveis e as dos escritos; todos os sentidos e o intelecto realizam um movimento de concentração contemplativa. Um movimento levado pela intrínseca chama existente em nós, que nos inclina à diferença delicada entre todas as coisas de essência comum. Por vezes, essa chama é acesa como lâmpada e nos vivencia momentos fantásticos, que são percebidos e/ou registrados. São músicas, retratos, poemas, telas… A arte que permanece em nossa memória e que na passagem do tempo, no envelhecimento e no escuro, ainda veremos uma faísca ardendo no pavio das velas sobre o móvel.
Contato: gabrielaa.arruda@gmail.com

Imagem: O princípio do prazer, René Magritte.
Junho 1, 2008 às 9:51 pm
Vc eh linda mais q demais!
Adoro tu bibão!
=*
Setembro 4, 2008 às 12:33 am
Para adentrar é preciso saber amar, com a suavidade de um poeta!
amo você, as tuas escolhas, a tua sensibilidade e verve…
A Busca do Ser no Poeta
a busca do poeta é estranha e indócil
não quer apenas mostrar o conteúdo das orações
não espera dar sentido mágico às palavras
não quer facilitar o trânsito do refino nos verbos
a busca do poeta é entranha e inérveo
quer descobrir as verdades impostas sob as fibras do papel
quer diluir as mágoas escondidas entre as serifas das letras
quer amarar alegrias e sonhos no solo árido do alfabeto
João Pessoa, sábado, 9 de agosto de 2008