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O silêncio que se faz duro feito aço.
A morte que espreita, o sentimento que some…
O filho que parte, o grito que irrompe alado.
O vazio que se instala sem embaraço,
O acaso que rompe…

Laçam-se nós intraduzíveis no espaço
E pontilhada de momentos figurados,
A rede do Universo acolhe este palácio:
Do amor; da ilusão; do cansaço.

Imagem: O terapeuta,  René Magritte.

2 Respostas para “.”

  1. Eu sempre imaginei que você fosse muito sensível, Gabi.
    Mas não podia supor que fosse tão talentosa.
    Parabéns por tanta beleza nessas palavras.

    Um grande beijo.

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