Convite

Vem
E percorre a estrada longa e aflita,
Cheia de sede e sem jardim.
Descendo vertical e infinita
Ao abismo escuro e secreto
[de mim]
Imagem: Judith, por Gustav Klimt.

Vem
E percorre a estrada longa e aflita,
Cheia de sede e sem jardim.
Descendo vertical e infinita
Ao abismo escuro e secreto
[de mim]
Imagem: Judith, por Gustav Klimt.
Setembro 7, 2008 às 12:01 am
Ótimo!
Setembro 7, 2008 às 1:41 am
poema sexy!
viva a gravidade!
Setembro 7, 2008 às 4:18 pm
Tem
E propaga a altura tonga da vida,
Tenha a sede do teu querubim.
Rodopiando espiral e subinte
Ao espaço incógnito e concreto
[do fim]
(gostei tanto que resolvi fazer uma resposta, em réplica poética, na mesma estrutura do teu)
- quero botar uma melodia, posso?
Bjus! vc é um talento!!!
Setembro 7, 2008 às 7:55 pm
Vou correndo pra estrada de ti!
Quem sabe eu te descubra
Setembro 27, 2008 às 2:05 pm
essa sede de estrada não tem fim, ams sempre me falta combustível.
ah, quero sim algo mais pesado. me dá?
Setembro 28, 2008 às 5:29 pm
Muito bom o seu poema, Gabi, na minha opinião, o melhor(até agora) do seu blog. Um tanto erótico e enigmático, não é mesmo? Essa tela do Klimt ilustra bem a sua mensagem. Gostei também da “resposta” do Sandoval Fagundes, formando uma espécie de “diálogo poético” com você.